Gente de Ipaumirim. Vida de Ipaumirim. Tempos de Ipaumirim. Alagoinha... Ipaumirim...... memória..... raízes... atualidades....... por novos tempos..... novos olhares...... espaço aberto a todos......
sábado, 21 de janeiro de 2012
Aqui vc encontra a notícia da Festa de São Sebastião em IP no Portal G1 Ceará
Nosso mural se chama "Na calçada da igreja". Quem nunca sentou na calçada da nossa igreja para tirar dois dedos de prosa? A proposta é que o mural seja um espaço para reencontrar amigos, enviar recados e discutir ideias por um Ipaumirim melhor.
NA CALÇADA DA IGREJA
Cine Ipaumirim
TODA SEGUNDA-FEIRA EM NOSSO BLOG
contador de visitas
Nosso contador de visitas começou a contar os acessos em 23.07.2009.
http://ascoju.blogspot.com/ - administrado por Luciano Catarina, trata assuntos de interesse social e faz a cobertura do Distrito Canaúna, antigo Sítio Velho e adjacências.
http://capdeusipaumirim.blogspot.com/ - administrado pela Maçonaria de Ip faz a cobertura dos eventos promovidos e com apoio da loja Deus e Ipaumirim
Sou Maria Auxiliadora Meira Barbosa. Filha de Osvaldo Ademar Barbosa e sou natural de Ipaumirim.
Resido atualmente em João Pessoa.Casada com paraibano (de Sousa),tenho 2 filhos (um casal).
Essa semana,tive uma grata surprêsa,quando encontrei na INTERNET o site feito por você sôbre minha terra . Foi muita emoção,principalmente qdo me deparei com fotos de meu pai,fotos essas q eu desconhecia e a emoção foi demais.Espero me comunicar mais vezes com vc.
bjos
Auxiliadora
Obs:Participei no ano de 1968 do concurso Rainha do Algodão de Ipaumirim ,meu pai na época era o prefeito da cidade.
Oi Auxiliadora, é um prazer nosso publicar a memória fotográfica do governo de seu pai. Sempre aos domingos publicamos fotos históricas e a série sobe Ademar tem oferecido importantes informações sobre a vida política da cidade. Ab. Luiza
eu, 12.07, estreando minha versão 5.8...
"OS ANOS ENSINAM COISAS QUE OS DIAS NUNCA SABEM".
Como explicou Pablo Neruda:
" A pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos. "
alvorada
Quando você se sentir sozinho, pegue o seu lápis e escreva. No degrau de uma escada, à beira de uma janela, no chão do seu quarto. Escreva no ar, com o dedo na água, na parede que separa o olhar vazio do outro. Recolha a lágrima a tempo, antes que ela atravesse o sorriso e vá pingar pelo queixo. E quando a ponta dos dedos estiverem úmidas, pegue as palavras que lhe fizeram companhia e comece a lavar o escuro da noite, tanto, tanto, tanto... até que amanheça. Rita Apoena
Minha mãe achava estudo a coisa mais fina do mundo. Não é. A coisa mais fina do mundo é o sentimento. Aquele dia de noite, o pai fazendo serão, ela falou comigo: "Coitado, até essa hora no serviço pesado". Arrumou pão e café , deixou tacho no fogo com água quente. Não me falou em amor. Essa palavra de luxo.
(Adélia Prado)
8 de março:Homenagem especial
Tia Cristina, pela coragem e bom humor que marcaram a sua vida
erica jong
Conselho é o que nós pedimos quando sabemos a resposta, mas não a desejamos.
Sarah Westphal
Ainda que desmanchem meu castelo E todo "não" manche o meu vestido Até quando eu duvido do que é certo Se a minha carruagem já tiver partido... Eu ainda sou uma princesa Com meus sonhos, flutuando em mim mesma Tecendo a minha renda com retalhos, Procurando algum brilhante na tristeza Querendo um final de purpurina Pra essa tarde, pra essa história, pra essa vida.
"Sou um sonhador, mas não sou o único". (...I am a dreamer, but not only one).
Mark Twain
"O segredo de progredir é começar. O segredo de começar é dividir as tarefas árduas e complicadas em tarefas pequenas e fáceis de executar, e depois começar pela primeira."
d. helder câmara:
"Nenhum de nós pode programar a vida como linha reta, imutável, inflexível ... A cada instante as surpresas irrompem e temos de ter humildade e imaginação criadora para ir salvando o essencial através do inesperado de cada instante".
manuel bandeira
Neologismo (25.02.1947)
Beijo pouco, falo menos ainda. Mas invento palavras Que traduzem a ternura mais funda E mais cotidiana. Inventei, por exemplo, o verbo teadorar. Intransitivo: Teadoro, Teodora.
richard nixon
"Vencer na política não é tudo: é a única coisa."
Nietzsche
“aquele que tem um por que viver pode agüentar quase qualquer como viver”
Minhas saudades
Saudade é um parafuso Que na rosca quando cai, Só entra se for torcendo, Porque batendo num vai E enferrujando dentro Nem distorcendo num sai.
Saudade tem cinco fios Puxados à eletricidade, Um na alma, outro no peito, Um amor, outro amizade, O derradeiro, a lembrança Dos dias da mocidade.
Saudade é como a resina, No amor de quem padece, O pau que resina muito Quando não morre adoece. É como quem tem saudade Não morre, mas adoece.
Adão me deu dez saudades Eu lhe disse: muito bem! Dê nove, fique com uma Que todas não lhe convêm. Mas eu caí na besteira, Não reparti com ninguém.
(Antonio Pereira de Moraes)
mário quintana:
"Somos donos de nossos atos, mas não somos donos de nossos sentimentos... Somos culpados pelo que fazemos, mas não somos culpados pelo que sentimos... Podemos prometer atos, não podemos prometer sentimentos... Atos são pássaros engaiolados, sentimentos são pássaros em vôo".
a poesia, sempre
"Terra Desolada" (T.S. Eliot):
"Que rumor é este? O vento sob a porta E que rumor é este agora? Que anda o vento a fazer lá fora? Nada. Como sempre, nada"
(Tradução de Ivan Junqueira).
a poesia, sempre
“A poesia não é uma liberação da emoção mas uma fuga da emoção; não é a expressão da personalidade, mas uma fuga da personalidade. Naturalmente, porém, apenas aqueles que têm personalidade e emoções sabe o que significa escapar dessas coisas." (T.S.Eliot)
mulher
Mulher tem problemas topológicos específicos. O sutiã exato para o vestido sem costas, a calcinha que não marca, a bolsa que vai bem. Toda mulher tem critérios sobre a combinação de cores, leis e dogmas sobre o uso concomitante de marrom, preto e azul marinho.Temos visões pessoais sobre mulheres que usam camiseta branca sem sutiã por baixo, opiniões formadas sobre estampas de oncinha, desejos em relação a tecidos como a seda pura e a pashmina pura. Uma mulher, quando está feliz e segura com sua roupa e estilo, da escova à plataforma, sente que pode dominar o mundo, um mundo que pode ruir instantaneamente com um salto quebrado, um brinco perdido ou a visita inesperada da diva carmim da não-gravidez. Ser mulher é uma experiência incrível.Todo mundo deveria tentar, pelo menos por um dia... (Marina Santa Helena )
"Civilizadamente falando, é melhor chorar do que dar coice porque está perdendo."
provérbio antigo
"O mundo não prometeu nada a ninguém"
utopias de Che
"E se todos fôssemos capazes de unir-nos, para que os nossos golpes fossem mais sólidos e certos, para que a ajuda de todo o tipo aos povos em luta fosse ainda mais efetiva, que grande seria o futuro, e que próximo!" (Che)
Te dou de mim o que couber tua mão”
(Romério Rômulo)
A frase mais descabida, O discurso da razão; O meu sentido da vida Um simples samba-canção: Te dou de mim o que couber tua mão.
As lágrimas da despedida E as da reconciliação; A risada mais distraída, Um grito de decepção: Te dou de mim o que couber tua mão.
A raiva pela alma ferida, As festas da ilusão; A elegância perdida Dos meus passos no salão: Te dou de mim o que couber tua mão.
A brisa suave sentida Num belo e antigo verão; A força bruta temida Do mais feroz furacão: Te dou de mim o que couber tua mão.
E ao fim, te vendo esquecida Da angústia, do medo, do não, Saberei que fui rico na vida, Pois do que sou coube tudo Na palma da tua mão.
Oi Luiza, olhei com muita tristeza as fotos da decomposição do CRI. Meu Deus, quantas lembranças boas tenho daquele clube! Os desfiles das mais Belas Cenecistas(Uma festa muito boa que o Colégio XI de agosto promovia) , as reuniões do Leo Clube, o Carnaval os ensaios das quadrilhas com o Bosco que trabalhava com seu pai, as tertúlias nos finais de semana, as festas de l9 de janeiro e outras mais. É lamentável não ter sido preservado!Abraços amiga e bom trabalho. Vânia Maria, Santa Inês- Maranhão.
mano a mano
Olá Geraldo miado!
O Flavio Lucio é de fato o filho do teu padrinho Adolfo. Tu ainda eras menino quando saimos de Ipaumirim por este motivo não te lembras dele.
Toda vez que Adolfo te encontrava perguntava:
- Como estás Geraldo?
Encolhendo as bochechas, tu respondia:
- Miado!...
Ele te dava uma moeda e perguntava:
- E agora?
Tu enchia as bochechas de ar para mostrar que estavas cheio da grana.
Garoto esperto hem?...
Teu irmão: Zezim.
Tela
pintada por minha tia (foto abaixo) que aprendeu a pintar com 80 anos
Argentina Gomes (+ de 90 anos)
Como sempre me diz o meu amigo Custódio:
" A ilusão é a mãe da vida"
regras para comentários políticos no blog
Para estabelecer um padrão comum e melhor esclarecer a todos que querem tecer comentários políticos, andei buscando algumas regras em outros blogs e resolvi adotar, em parte, algumas regras da Folha On line adaptando-as ao nosso contexto:
O espaço de comentários políticos do blog pode ser moderado.
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cinzas do viver
(Mariazinha Congílio)
O tempo parado Espera o instante esquecido A mão inutilmente estendida O amor perdido A carícia ausente.
Proprietário das omissões Suave e tranquilamente O tempo colhe cinzas do viver
Mariazinha Congílio, fundadora do clube " Machado de Assis", é natural de São Paulo e cidadã honorária de Jundiaí . É casada com o poeta Geraldo Vidigal. Pertence à Academia Lusíada de Ciencias, Letras e Artes e à União Brasileira de Escritores, Academia Paulistana de História. Fonte: http://www.caisdepoemas.cjb.net/
festa de são sebastião 2008 - ipaumirim - ceará
gildacy fala da feira
VOLTEINO TEMPO E LEMBREI COMO ERA BOM,EU ADORAVA PASSEAR NA FEIRA PRA FICAR OLHANDO AS NOVIDADES QUE APARECIAM,E NÃO ERA UMA FEIRA QUALQUER NÃO,LEMBRO QUE TINHA DE TUDO UM POUCO.LEMBRO QUE MUITAS VEZES COMPRAVA AQUELES ROSARIOS DE CÔCO,COLOCAVA UM MONTE NO PESCOÇO,E SAIA COMENDO PELO MEIO DA RUA,ADORAVA MACAÚBA,E PEDIA SEMPRE PRA MINHA MÃE COMPRAR,DEPOIS DE ROER TODAS,ME SENTAVA NUM CANTINHO E IA QUEBRAR AS MACAÚBAS RUIDAS PRA COMEROS COQUINHOS QUE TEM DENTRO DELA.TENHO MUITAS RECORDAÇÕES DESSA ÉPOCA MARAVILHOSA,ADORAVA COMER QUEBRA QUEIXO,COMIA ATÉ ENJOAR E FICAR COM GASTURA.EU E MINHAS PRIMAS DILVANE E DORA,DÁVAMOS DIVERSAS VOLTAS,AO REDOR DAS BARRACAS,E EM ESPECIAL,FAZÍAMOS A VOLTA AO REDOR DA LOJA DE TECIDOS DE SEU PAI,E IAMOS PARAR NA LOJA DE CALÇADOS DE SALETE JORGE.SÓ PRA OLHAR POIS O DINHEIRO QUE TINHAMOS ERA PRA GASTAR COM GULOSEIMAS. MINHA TIA TÊTE MÃE DE DORA,TINHA UMA BANCA NA FEIRA,E A DORA DEIXAVA ELA MALUCA,QUERENDO DINHEIRO PRA GASTARMOS.ELA FALAVA: CALMA MENINA,EU NÃO VENDI NADA AINDA COMO VOU TE DAR DINHEIRO?QUANDO MEU DINHEIRO ACABAVA EU CORRIA LA NO AÇOUGUE ONDE ESTAVA MEU AVÔVENDENDO CARNES,E PEDIA MAIS,MEU AVÔ SEMPRE ME DAVA UNS TROCADOS E EU FAZIA DAQUELE DIA,O MELHOR DE TODOS.TAMBÉM TIVE MUITAS BONECAS DE PANOS,TODAS FEITAS PELA MINHA VÓ MARIA RIBEIRO,ELA FAZIA UMA MAIS LINDA QUE A OUTRA,NUMA DAS VIAGENS DE MINHA MÃE A IPAUMIRIM,PEDI QUE TROUXESSE UMA PRA MINHA FILHA E OUTRA PRA MINHA SOBRINHARENATA,ELAS ACHARAM MEIO ESQUISITO,NÃO TIVERAM NENHUMA NOÇÃO DE QUANTO ERA IMPORTANTE PRA NÓS,EM NOSSA ÉPOCA AS BONECAS DEPANO,A DE MINHA FILHA TAMBÉM SE ESTRAÇALHOU DE TANTO USO.MAS SEMPRE CONTO MINHAS HISTÓRIAS PRA MEUS FILHOS E ELES ADORAM,FICAM PARADOS ME OLHANDO,E RIEM MUITO QUANDO FALO FATOS ENGRAÇADOS.
Segue a tradição de Dona Maria Rita?
A data de hoje, 06 de janeiro me lembra com muitas saudades da festa na casa da Dona Maria Rita, mãe de Liege. Pois todos os anos há uma grande renovação na casa dela. Em 06 de janeiro de 1988 nós estávamos lá e estava presente o nosso saudoso José Fernandes de Sousa (seu Nildo) e lá ele ficou sabendo que eu estava de casamento marcado para o dia 12 do mesmo mês e ele me chamou e me disse: Minha filha, estou sabendo que você vai se casar, então ouça o que eu vou lhe dizer: "quando dois não quer um não briga".Desde esse dia que vivo com bastante atenção a suas palavras e graças a Deus dia 12 faremos 20 anos de casados e até aquí tudo vem dando muito certo! Espero que a tradição na casa da Liege continue!
Vânia Maria Santa Inês - MA
DE POLLYANE ARAÚJO, FILHA DE GUEDINHA
Hoje, mostrei a mamae a foto que tia Babita e tia Neide estão e ela sabe que são as crianças e o rapaz da foto que não foram idendetificadas. As crianças são irmãos de Socorro e o rapaz é Zé Oliveira, na época, namorado de tia Babita e agora marido dela. A foto foi tirada em uma praça aqui no Juazeiro. Espero ter contribuído neste resgate. Ela disse também que aquele jogador que aparece em uma das fotos, Geraldo Saravá, recebeu este sobrenome saravá porque o meu avó Zé Saraiva o trouxe para jogar no Guarani do Juazeiro.
Valeu, Polly. Beijo procês daí.
a insustentável leveza do ser
"Ajoelhado à sua cabeceira ocorrera-lhe a idéia de que ela viera para ele numa cesta sobre as águas. Já disse que as metáforas são perigosas. O amor começa por uma metáfora. Ou melhor: o amor começa no momento em que uma mulher se inscreve com uma palavra em nossa memória poética."
(Milan Kundera, "A insustentável leveza do ser")
Cinema no mercado
Será que alguém se lembra do cinema quando funcionava dentro do mercado, onde tinha a banca de Zé Braz, de Simão e outras que não me lembro. O que eu mais gostava era o seriado de Nioka, a rainha da selva. Tirei muitas moedas do “caixãozinho de charutos para comprar o ingresso. Recordo-me que o dono do cinema antes de abrir a porta lateral do mercado (do lado do café de Nem), procurava os meninos que se escondiam debaixo das bancas antes do mercado fechar, para não pagar o ingresso. Quanto aos meninos que faziam as engenhocas que você falou, eu era um deles, e o nome delas era “carmorama” (não encontrei o significado da palavra). Eu também inventei um projetor de slides, feito com pedaços de fita que Gilberto Dore trazia pra mim, quando vinha de férias.
Um abraço. Zezim.
Valeu, Zezim! Feliz 2008 pra vcs aí!
oração, de Antonio Maria
"Rosinha Desossée, me tire desse quarto de hotel e de todas as coisas que entram pela janela; me leve para longe das palmeiras, mais longe e perto das coisas mais macias; me faça esquecer (depressa) os homens ruins — isto é: os que gostam de cebola crua; me ensine, Rosinha Desossée, tudo o que eu não aprendi: a cortar com a mão direita, a usar anel, a tocar piano, a desenhar uma árvore e valsar; e me lembre do que eu esqueci — raiz quadrada, (as mais ordinárias), frações, latim, geofísica e "Navio Negreiro", de Castro Alves; depois, me dê, pelo bem dos seus filhinhos, aquilo que eu não tenho há quase um ano, carinho — de um jeito que eu não sei dizer como é, mas que há, por aí ou, pelo menos, já houve; destelhe a casa, deixe a noite entrar e, juntos, vamos nos resfriar; espirre de lá, que eu espirro de cá... agora, cada um com a sua bombinha, inalação, inalação; lado a lado, sentemos, os dois de perfil para o ventilador; minhas mãos e as suas não são de ninguém, entendido?; se interesse por mim e pergunte o que eu sei, que eu quero exclamar, no mais puro francês: "oh!"..."comment allez vous"? (...) de um jeito ou de outro, me tire daqui, pra Pérsia, Sibéria, pro Clube da Chave, pra Marte, Inglaterra, sem couvert, sem couvert; está vendo o retrato dos meus 20 anos? de lá para cá, cansaço, pé chato, gordura, calvície fizeram de mim essa coisa ansiosa, insegura e com sono, que pede a você, no auge do manso: você, Desossée, não saia esta noite e fique, ao meu lado, esperando que o sono me tome e me mate, me salve e me leve, por amor ao teu andar, assim seja..." (30.03.1954) Fonte: http://www.releituras.com/antoniomaria_bio.asp
a poesia, sempre
“A poesia não é uma liberação da emoção mas uma fuga da emoção; não é a expressão da personalidade, mas uma fuga da personalidade. Naturalmente, porém, apenas aqueles que têm personalidade e emoções sabe o que significa escapar dessas coisas."
(T.S.Eliot)
versos de Guilherme de Almeida ao se separar de sua musa
"Agora que te tenho em minhas mãos e sei que teus nervos se enfeixam todos em meus dedos e teus sentidos são cinco brinquedos com que brinquei agora que não mais me és inédita, agora que compreendo que tal como te vira outrora nunca te verei. Agora que de ti por muito que me dês já não me podes dar a impressão que me deste a primeira impressão que me fizeste louco talvez tenho ciúme de quem não te conhece ainda e cedo ou tarde te verá pálida e linda pela primeira vez".
(Guilherme de Andrade de Almeida, advogado, jornalista, poeta, ensaísta e tradutor, nasceu em Campinas, SP, em 24 de julho de 1890, e faleceu em São Paulo, SP, em 11 de julho de 1969. )
observações de Zé Henrique
Quanto aos cinemas de Ipaumirim eu ñ tenho nada a acrescentar. Logo nunca gostei de filmes, como ñ gosto de novelas, por isso sempre fui afastado dessas casas de diversão. Conheci seus proprietários. E conheci Eutropio pq era presidente de um time de futebol-"UNIÃO"- de Cajazeiras e quando ia jogar ele mandava pedir pra gente dar uma mãozinha. Sim, lembrei-me que andei lendo os nomes de muitas pessoas e familias arrolados por Flávio, Bosco Macedo e outros garotos. Vamos incluir mestre Chico, mais magro do que Boneco e mais alto do que Tonhão Macedo. Era um ferreiro que tinha sua oficina bem próxima de um seu colega de nome Mestre Abílio, grosseiro, bruto que só soleira de porta. Certa feita foi entregar duas "encomendas" a um cliente: uma foice e um martelo. Caminhava muito rápido e ia pela calçada, hoje, das Casas Alves (tinha uns 70 cmts. de altura) e ali estava bêbado João Tomaz que tombou pra bater em Mestre Abílio, que para livrar-se sacudiu a mão que estava o martelo, cuja redoma afundou um pouco contção. a fronte de João Tomaz que ficou estendido no meio da rua e o "pontual" ferreiro continuou sua caminhada para entregar as encomendas, sem ao menos olhar para traz nem para o lado, sem tomar conhecimento do que houvera. Se houver condição ainda de se inserir no rol das pessoas, familias e fatos, lá bem atraz, eu até que me lembro de alguma coisa. Comecei pensando num recadinho...
Valeu, Zé Henrique. Você é uma das pessoas que mais pode ajudar a construir a memória de Ipaumirim tanto pela sua vivência quanto pela sua lucidez.
"...¿Qué perfume usas? Y riendo le dije: -¡Ninguno, ninguno! Te amo y soy joven, huelo a primavera..."
(Juana de Ibarbourou, conhecida como Juana de las Américas, poetisa uruguaya)
Canção (Cecília Meireles)
Não te fies do tempo nem da eternidade que as nuvens me puxam pelos vestidos, que os ventos me arrastam contra meu desejo! Apressa-te, amor, que amanhã eu morro, que amanhã eu morro e não te vejo!
Não demores tão longe, em lugar tão secreto, nácar de silêncio que o mar comprime, ó lábio, limite do instante absoluto! Apressa-te, amor, que amanhã eu morro, que amanhã eu morro e não te escuto!
Aparece-me agora, que ainda reconheço a anêmona aberta na tua face e em redor dos muros o vento inimigo... Apressa-te, amor, que amanhã eu morro, que amanhã eu morro e não te digo
vinicius de moraes...
"A vida é algumas vêzes sorrir e outras vêzes chorar. Mas quem disse desistir? DESISTIR NUNCA! Viver, Lutar,Trabalhar, e por meus filhos VENCER! e por ti mulher ESTAR E SER."
na calçada da igreja.....
SINTO MUITAS SAUDADES DE IPAUMIRIM, E DESSA PRAÇA PRINCIPALMENTE QUE ERA O NOSSO POINT. DEPOIS DE TER VISTO AS FOTOS DA IGREJA E DA PRAÇA FIQUEI COM MUITO MAIS SAUDADES, ESTA PRAÇA ME FAZ RECORDAR ÓTIMAS LEMBRANÇAS DO MEU TEMPO DE JUVENTUDE JUNTO DE MEUS AMIGOS E AMIGAS EM ÉPOCAS DE FESTAS QUE ERAM MARAVILHOSAS POR SINAL. ABRAÇOS A TODO MEU POVO QUERIDO DE IPAUMIRIM. EDINALDO LEANDRO
na calçada da igreja...
Lendo o texto de Maria do Carmo, lembrei de meu momento de calçada de igreja, também. Pois foi lá, minha primeira experiencia em oratória, quando declamei no dia das mães para toda a cidade.Eu tinha de 5 a 6 anos e era aluna de dona Ivone.O interressante na historia é que depois de tantos ensaios, quando vi a multidão quiz desistir.Então papai teve que negociar comigo, eu ganharia um pacote de bombons e um guaraná.Eu aceitei a proposta, mas só depois dele ir correndo até o armazem de seu Donato comprar o premio...(rsrsrrsr)Beijos para você!! Filomena
observações de bosco macedo
Auxiliando a nossa lista:
Domário do bar, é o mesmo Domário Gouveia. Mestre Genésio era marceneiro. O pai de Ivonete e Anginha, era Joca Albuquerque (barbeiro) João Fernandes .Pai de Antonio Italo e Terezinha Abs./Bosco
os versos que eu te fiz
(Florbela Espanca)
Deixa dizer-te os lindos versos raros Que a minha boca tem pra te dizer! São talhados em mármore de Paros Cinzelados por mim pra te oferecer.
Têm dolência de veludos caros, São como sedas pálidas a arder... Deixa dizer-te os lindos versos raros Que foram feitos pra te endoidecer!
Mas, meu Amor, eu não tos digo ainda... Que a boca da mulher é sempre linda Se dentro guarda um verso que não diz!
Amo-te tanto! E nunca te beijei... E nesse beijo, Amor, que eu te não dei Guardo os versos mais lindos que te fiz!
iaiá crispim
MARIA LUIZA, FIZ UMA NOVA LEITURA NO TEXTO DE JUAREZ MACEDO. IAIÁ APARECE FIGURANDO, ANTES DO MEU PAI. REALMENTE, ELA MECECE DESTAQUE: IAIÁ FOI A COSTUREIRA DE DR.LUIZ FILHO, QUANDO ELA ESTAVA DOENTE ELE FOI VISITÁ-LA E FALOU PARA NÓS: IAIÁ FEZ A MINHA PRIMEIRA CUECA. MEU ENXOVAL QUANDO FUI SERVIR... NÃO SEI A QUE. LEMBRO TAMBÉM, QUE ELA COSTURAVA PARA A FAMÍLIA DE ZÉ MACEDO, TALVEZ, TENHA TAMBÉM COSTURADO O ENXOVAL DE JUAREZ.IAIÁ ERA MUITO RESPEITADA E QUERIDA POR TODOS!!!INTÉ!!! Nazaré Sampaio.
Acredito que servir ao exército. Mamãe está aqui e disse que o pijama do casamento de papai também foi confeccionado por Iaiá. Ainda lembro dela. Vc anda sumida, nunca mais te vi..... consertou o computador?
tirando dúvidas
Babá, o nome do cara da Aurora que matou a mulher era Tonheta. O Bosco Macedo se encontrou há algum tempo com a filha dele que mora em São Paulo. Quando ela foi embora após o incidente era bem mocinha. Foi um crime passional, causado por ciúmes do marido. O nome do possível causador do imbróglio era Geraldo e era empregado da sapataria do assassino. Imagina os escândalo causado no Ipaumirim da década de 1950.Bjs Flávio
Eu lembro bem desse episódio trágico. Talvez misture as lembranças mas tenho uma fugaz impressão que parece que o crime foi atrás da casa. A legítima defesa da honra é uma vergonha ainda hoje. Quem ama não mata.
flávio retifica e traz mais informações
Acho que a Maria do Carmo se enganou com relação ao transporte para o São Pedro num ponto: O Zé Ribeiro (tio da mulher do soldado Pinto e não sogro), que foi casado com Alaíde, filha de Giló, durante algum tempo foi motorista do caminhão de Antônio Ribeiro e não proprietário. Quem tinha um caminhão era seu sogro Giló, do qual Zé Ribeiro (o tio, não o sobrinho) também foi motorista. O ajudante do caminhão de Antônio Ribeiro (e de outros também) se chamava Ferreira, que morreu de coma alcoólico após ingerir 17 "oitos" de cachaça pagos por Pedão de Pedro Alexandre. Haviam outros ajudantes de caminhão muitos conhecidos: Gordinho, irmão de Zé do Ouro Branco, Zé Magro que também morreu de tomar cachaça, Limeira, que matou o pai envenenado, etc. Era uma profissão muito difundida, pois as viagens eram longas em virtude das estradas precárias e os motoristas necessitavam de um ajudante para companhia e auxiliarem nas necessidades. Quando o Tonheta veio de Aurora para o Ipaumirim montar a sapataria (fabricava e comercializava) trouxe vários operários. Dentre eles Zé Grande, que jogava futebol muito bem. O mesmo defendeu a seleção de Ipaumirim no Intermunicipal de 1955/56, quando ganhamos de Lavras por 3 x 2 e perdemos para Juazeiro por 4 x 1. A sapataria localizava-se na rua Cel. Gustavo Lima, entre as casas de João Sobreira e Zacarias fotógrafo. A residência do Tonheta, onde se deu o crime era a casa, foi por ele alugada a Doca Romão, localizada quase em frente onde hoje mora Delícia e Nogueira. Aos poucos, vou me recordando de fatos de minha infância e adolescência e vou te relatando na medida das lembranças. Posso me enganar em alguma coisa, mais no geral acho que acerto. Quando me der coragem resumo tudo num único texto.
+ Bjs. Flávio Lúcio
Valeu.......... as coisas quando estão longe e são vistas pelo olhar da memória não parecem menos trágicas mas parece que o tempo ameniza os horrores. Tristes tempos, não tão piores que os de hoje.
o craque Geraldino Saravá complementando a nossa lista de famílias
Meu nome é José Geraldo Olímpio de Souza (Geraldino Sarava). Estou acrescentando alguns nomes: Mãe Dora, mulher de Dionísio Olímpio, Altair Ferreira de Souza, marido de Marieta Olímpio, Manoel Sapateiro, pai de Milica, César, Lali, Jesus, Chagas bindá, Áurea, mãe de Chico de Áurea, Seu Chico, pai de Altair.
Obrigada, Geraldino.
kall de sampa procura parentes
olá Luiza, meu nome é Claudemir Tenório procuro a familia do meu pai que nasceu aí em Ipaumirim, meu avô se chamava Geraldo Tenorio e minha avó se chamava Maria Felismina da Conceição Tenorio,uma tia q ainda mora ai chama-se Maria das Dores, Maria de Lurdes Tenorio , se você poder me ajudar eu te agradeço.
Gente: se alguém puder ajudar a identificar os parentes de Kall seria muito legal.
flávio lúcio comenta:
Babá, vamos ver se consigo esclarecer algumas dúvidas: Quem fazia a linha dominical para o São Pedro era Antônio Ribeiro. Tinha um caminhão de buléia aberta. Ainda me lembro até o lugar que Luiz Nóbrega se sentava: na porta da buléia do lado direito. Pinto soldado era casado com Maria, neta de Zefinha Riobeiro irmã se Socorro, Zefinha(?) que tinha um olho vazado e José Ribeiro Sobrinho, que foi amigado com Julinha, depois de Prato de Barro. Família Dió: Benardo Dió, pai de Maria, Damião, João Paochatão e outros. Coloque Josué no brenome de Zomeiro. Pai do "muito gente boa" Toinho Josué, precocemente falecido. Tem também a Marieta (como era o nome do filho dela? era muito conhecido), lavadeira, que foi embora com o Pe. Cairton e ainda hoje mora na casa dele. Acrescente na lista: Vicente Mateus (já havia mandado antes) João de Melo (pai de Dãozinho) Chico de Melo (pai de Zefinha e Dazinha) Artur Né (que foi vereador do Felizardo) Tenório, casado com Amali filha de Pedro Osório José Raimundo, pai de José Holanda Procure se informar sobre a família de Faceiro (Doutor Advogado). A irmã dele foi casada com Poa Alexandre.
Bjs. Flávio
O pai de xiringa era Miguel Sapateiro, morava vizinho a mundinha Serafim. Tem tambem Jose do Abrão, segundo marido de D. Maria Nunes + Bjs Flávio
ESSA LISTA NÃO TEM FIM
Flávio
Lembrei de Chagas Sarmento, casado com Dona Zelita, daquele homem de Aurora que morou no Ip e que matou a mulher, o nome dela era Almira, o dele não lembro, e do marido de Vicência de Tiz, não foi ele que morreu numa crise de hemoptise (???), fruto da tuberculose que era o terror da época, inclusive como um forte argumento utilizado pelas mães para as moças não beijarem a boca dos namorados. Vê se pode......)
Meu pai
Vicente Gomes de Morais
"No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar: um estribilho antigo, um carinho no momento preciso, o folhear de um livro de poemas, o cheiro que tinha um dia o próprio vento..."
(Mário Quintana)
chegando mais.....
Quininha Veloso, mãe de Lurdes e de Nenen, já está na lista ?? Ela tinha pelo menos um irmão, de quem não lembro o nome. BJS ZÉ Gerardo
mais gente na lista...
Bosco Macedo manda mais alguns nomes: Quem se lembra de Honório Preto e Lourdes, que morava ao lado de Zacarias Estolano? Depois foi morar no Pintadinho Zé Preto,pai de Geraldo e Hermano. Zé Pequeno, que vendia agua no jumento. Antonio Germano. Vicente Germano. Zuza Germano. Manoel Coloral(Sítio S.Vicente) Antonio Jeronimo de Freitas(Giló)e D.Francisquinha, pais de Alaide,Edirceu,Agissé e Evandro. Passa na peneira e põe na lista. Gde.abraço. Bosco
Mais famílias.....
Algumas podem estar repetidas porque há pessoas conhecidas pelos nomes e outras pelos apelidos. Assim, resolvemos publicar todas as relações que nos chegarem e no primeiro sábado de cada mes, publicaremos a lista atualizada. Hoje,
Flávio Lúcio nos envia mais alguns nomes:
Domingos Pontes João Vital Maciel, pai de Zezinho, Zefinha, Naninha, Seu Tonho e Geraldo (Miado) Francisco Crispim, pai de Fátima Abdias Nery, irmão de Odilon e pai de Safira e Maria da Paz. Boaventura (Alfaiate) e D. Ormezinda Zeza Catarina Zeza Gonçalves e descendentes Vicente Mateus Vicente Pires José Aprígio, pai de Simão, Tôta e Senhor (tinha uma banca no mercado) José Mestre (sogro de Chaga Bindá e pai de Dãozinho) José Braz (tinha uma banca no mercado) Antônio Piau Ananias Saraiva e descendentes Vicente Ferreira (Vereador do Zé Vieira) José Barros (Vereador da Bananeira) José Tiburtino Albuquerque (carpinteiro, pai de Marileide) Chico Barbosa (da Bananeira) Chico Germano José Bindá
(Quem lembra do nome de um senhor que tinha uma banca na entrada do mercado e tinha um filho chamado Toinho? Lembro da cara mas não lembro o nome. )
Maria do Carmo corrigindo a lista
Luisa,vejamos novas observações:ver o número -101 e o103-havia 2 João Vital, um pai de Osmar e o outro não lembro pai de quem, no momento, pois não lembro AGORA , os nomes das filhas, portanto ficaria o número 101-João Vital, pai de Osmar e 103 João Vital; ver o número 105 , se realmente o nome do esposo de Carlota é Joaquim Henrique pois tenho quase certeza que é RAIMUNDO HENRIQUE , em caso de dúvida é melhor pesquisar; ver o´numero -164 e o168 -Miceno Dias e descendentes e Miceno Dias então ficaria apenas Miceno Dias e descendentes; ver-53- Cleonice Alencar , mas a matriarca era Maria Rodovalho de Alencar; ver o número -69- se dona Aurora era casada com com Tiburtino, os de Adaltiva; ver se o número 107 é Joaquim Ricarte ou JOAQUIM RICARDO , pai do pastor Francisco Ricardo; FALTA-Francisco Crispim Filho, irmão de Donato Crispim; João Brito e Julia; Pedro Leite , pai de Luis Leite; Chico Duarte ,o pai de Dorinha e Socorro ; SUGESTÃO: Por que não colocar Maria Abreu na lista das familias? Até a próxima Maria do Carmo
Mais gente chegando.......
Lúcia Leandro, de São Paulo, enviou os seguintes nomes:
Estou enviando algumas familias que eu lembrei do meu tempo: "Maria Xavier (parteira) Mãe preta (parteira) Dona chagas (parteira) Zacarias Estolano Ana Maria Anunciada (irmã de Manuel Biluca) Antonio Jose das Chagas (ferreiro) Francisca das Chagas (mae de Cira Chagas) Bernadino Ferreira Bonfin (pai de Celi Chagas)
A lista aumenta.....
Bosco Macedo nos enviou os seguintes registros:
Vendo o Nome de Domario Gouveia, lembrei-me de João Marciel que montou um restaurante no lugar de seu bar. Ele era irmão de D.Cili, e pai de Joaninha,Naninha,Zezinho e Miado.Tinha como chefe, Mané Fresquin. Seu João se mudou para Juazeiro e Manesin foi colocar um restaurante na BR 116 (Tucano Ba.). Uma figura muito conhecida era o velho Manoel Dias, que na década de 50 era a pessoa com mais idade em Ipaumirim.Cinco anos antes de sua morte, já havia comprado o caixão e pendurado na parede de sua sala como ornamento. Seu Manoel era pai de Joaquim Dias,avô de Maria Dias de Lima e bisavô de Erivalda. Quem se lembra de Zé Mestre (ferreiro)? Chico Pinto, casado com Nair, pai de Afonso. Nenen Moquim , tinha a mercearia mais sortida da cidade. Por hoje é só. Abraços Bosco.
http://ipaumirim.blogspot.com/
Não deixem de visitar Ipaumirim através das fotos do fotoblog organizado por Cleidinha com a colaboração de Geysa e outras pessoas. As fotos estão caprichadas.
Nazareth Sampaio, Vânia Maria e Maria do Carmo Brito ampliam a lista das famílias de Ipaumirim. Qualquer um pode enviar o nome de famílias. Lembrando que alguns não foram incluídos porque colocamos o nome do pai ou da mãe, ascendentes mais antigos no munícipio.
Nos tempos de Pe. Juarez
Maria Luiza,
Lí o texto, Domingo Memorioso escrito por Juarez Macedo. Lembrou muitas figuras que marcaram a minha época, infância e adolescência. Lembrei, também, quando Pe. Juarez, em visita a Ipaumirim, passando naIgreja, grupos do catecismo, Cruzada Infantil, estavam reunidos para recebê-lo. Na época, eu era da Cruzada. Não lembro o tema que ele foi abordar. O que eu lembro, é que naquele momento, ele hipnotizou a grande maioria. Muitos dormiam, viam Nossa Senhora deFátima, viam as nuvens, viam a árvore, onde Nossa Senhora se encontrava. Eu não via nada, mas fazia de conta que via, sabe , eu pensava que estava em pecado... Depois eu percebí, que não era nada de pecado, se fosse na época atual, a Globo tinha aproveitado os meus dons artísticos. Depois, na calçada do seu avô, onde se reunia a nata da cidade, ele como figura de destaque. Passando por lá, ele me convidou para que eu fosse por ele hipinotizada... Fiz toda dramatização e novamente,achei que eu estava pecando. Até mais, um abraço, Nazaré Sampaio
Resgatando a memória de Ipaumirim
Trabalhar com memória tem um fascínio especial porque além de reconstruir uma lembrança coletiva, cada um vai colaborando, fazendo pequenos ajustes e correções, incitando lembranças. Esse trabalho que estamos tentando fazer é tanto mais bonito quanto mais gente participar porque nada é mais apaixonante que o desafio das construções coletivas. O nosso amigo, José Henrique Silva, faz observações oportunas sobre o texto de Josa de Nair. Cada um trazendo alguma coisa, vamos, devagar e sempre, resgatando informações importantes para a construção da memória do nosso município.
“De quando em vez dou uma passada pelo que Josa escreveu, seus comentários e tudo o mais que ali está escrito. Ja notei alguns senões, embora que julgo de somenos importância. Vamos ver: a passagem de Juarez Távora, por aqui, na revolução de 30, foi à noite, entre 8 e 10 hs. Ele se demorou pouco tempo, em traje de padre, na época batina preta, em frente a uma garagem velha, vizinha a um campo de Voleibol, quase de frente a casa de vcs. O primeiro veiculo que Zé Saraiva comprou foi uma sedam chevrolet, de cor de café com leite, isso ajudado pelo dr. Arruda, com um emprestimo de alguns contos de reis e o pagamento da dívida foi efetuado com viagens do dr. e da Sousa, Fernandes &Cia. Portanto ñ podemos dizer que a compra do carro de Ze Saraiva tenha sido em l929; Depois falaremos mais.
Nascida em Ipaumirim, visito a cidade todos os anos por razões familiares, pelos amigos e para manter a tradição de não perder a Festa de São Sebastião.
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