5 pessoas numa moto
Depois de atravessar aquela tira de farofa preta, vulgarmente conhecida como estrada, você chega à Vila São José vindo pela BR 116. Como estão construindo a ponte, a partir daí faz um desvio para entrar no centro da cidade. Se a ponte já estivesse construída (será que o contrato tem prazo pra terminar?), você encontraria o açougue e a lavanderia pública literalmente indigentes. Sujos, caindo aos pedaços e esperando que uma enchente tenha misericórdia e tire aquele entulho do meio do caminho. Deixar dois prédios daqueles na principal entrada do núcleo urbano é como se a cidade inteira usasse cueca na cara.
As vias urbanas estão literalmente esbagaçadas. Aliás, faz tempo que anda assim. Eu esperava que estivessem melhor pois o Informativo Municipal de 19.01.2010, apresenta uma operação “tapa buracos nas ruas da sede e distritos e a recuperação asfáltica nas ruas da sede do município” como obra urbana concluída e/ou em execução ainda no início do ano passado.
A Cel Gustavo Lima, o entorno do comércio é um horror. Aliás, a cidade inteira estava cheia de poças de lama depois da chuvinha que deu. Precisei ir, à noite, lá na Fazendinha e quis ir caminhando porque o clima estava agradável. No período de chuvas , a rua geralmente enche de sapos e rãs mas na avenida Dr. Arruda, que sempre teve muito sapo no inverno, não vi quase nenhum. Acho que sapo não lava mais o pé. Será? Ou será que nem eles querem mais se submeter ao excesso de buracos?
Nem vou comentar sobre aquela área onde fica instalado o parque de diversões e o comércio de barracas. Tudo do mesmo jeito do ano anterior. Instalações precárias colocando em risco a vida das pessoas, falta de fiscalização da vigilância sanitária, a insalubridade é um horror. É uma falta de respeito à vida. Romeiro é pobre mas pobre é gente. Um dia a casa cai e ninguém sabe porque aconteceu. Segurança não é só botar a polícia para vigiar excessos, é cuidar da saúde e da vida das pessoas. Na próxima festa, é salutar que o Ministério Público dê uma olhada por ali e se pronuncie sobre os riscos das instalações e da vigilância sanitária.
O posto de saúde está tão arrumadinho (só vi por fora) e arrodeado por aquela bagunça. Imagine quem mora por ali o que padece todos os anos.
O trânsito nem precisa falar porque é a esculhambação de sempre. É uma barbárie. Estacionamento em cima das calçadas. O povo manda tirar o cavalete e passa onde o trânsito está interrompido. Se for moto, nem isso. Descaradamente sobem as calçadas. Aliás, as motos são um caso à parte. Moro numa cidade onde o trânsito é um inferno mas nem lá as motos fazem as piruetas que fazem em Ipaumirim. De repente, eu fico pensando se, por aqui, carteira para dirigir moto é tirada por sorteio. Não precisa aprender nada. Falta competência, fiscalização ou educação para que as coisas cheguem ao ponto que chegaram? O desvario no trânsito expõe a todos inclusive os próprios condutores. Idosos e crianças vivem constantemente expostos aos riscos.
Nem preciso dizer que a cidade não tem condições de hospedagem e alimentação. Todo mundo que vai e não tem amigos e/ou parentes por lá, já sabe que vai para uma prova de resistência.
Y se eso fuera poco, a cidade não tinha água. Aliás, há bastante tempo está sem água. Mas a Cagece continua firme e forte cobrando a sua continha mensal. Quem conseguia água, era de poço, cacimbão, sei lá o que. A qualidade da água ninguém sabe porque na hora do sufoco, tem que ter água mesmo e pronto. Não excluo a possibilidade de que o surto de diarréia e vômito que deu na cidade pode estar relacionado com a qualidade da água. Lá em casa, uma dúzia de pessoas adoeceram inclusive eu.
Voltando ao informativo municipal do ano passado, eu não vi as seguintes obras que foram nele anunciadas :
- Construção de uma creche modelo padrão FNDE/PROINFÂNCIA
- Construção do Centro do Idoso
- Construção da Praça da Juventude
- Construção do Mini estádio municipal
- Construção da quadra poliesportiva.
Estou falando do que eu vi e/ou li em documento produzido por assessoria de imprensa para o Governo Municipal. Não vou falar do ouvi dizer porque dependendo da pessoa com quem você conversa, a informação muda. Sei que alguns sítios estão com água encanada mas não sei a extensão das obras.
As pontes em construção não são obras do governo municipal e portanto se elas não andam no ritmo certo não é culpa apenas do prefeito mas de toda a comunidade que não se mobiliza para fazer as coisas acontecerem.
As vias urbanas estão literalmente esbagaçadas. Aliás, faz tempo que anda assim. Eu esperava que estivessem melhor pois o Informativo Municipal de 19.01.2010, apresenta uma operação “tapa buracos nas ruas da sede e distritos e a recuperação asfáltica nas ruas da sede do município” como obra urbana concluída e/ou em execução ainda no início do ano passado.
A Cel Gustavo Lima, o entorno do comércio é um horror. Aliás, a cidade inteira estava cheia de poças de lama depois da chuvinha que deu. Precisei ir, à noite, lá na Fazendinha e quis ir caminhando porque o clima estava agradável. No período de chuvas , a rua geralmente enche de sapos e rãs mas na avenida Dr. Arruda, que sempre teve muito sapo no inverno, não vi quase nenhum. Acho que sapo não lava mais o pé. Será? Ou será que nem eles querem mais se submeter ao excesso de buracos?
Nem vou comentar sobre aquela área onde fica instalado o parque de diversões e o comércio de barracas. Tudo do mesmo jeito do ano anterior. Instalações precárias colocando em risco a vida das pessoas, falta de fiscalização da vigilância sanitária, a insalubridade é um horror. É uma falta de respeito à vida. Romeiro é pobre mas pobre é gente. Um dia a casa cai e ninguém sabe porque aconteceu. Segurança não é só botar a polícia para vigiar excessos, é cuidar da saúde e da vida das pessoas. Na próxima festa, é salutar que o Ministério Público dê uma olhada por ali e se pronuncie sobre os riscos das instalações e da vigilância sanitária.
O posto de saúde está tão arrumadinho (só vi por fora) e arrodeado por aquela bagunça. Imagine quem mora por ali o que padece todos os anos.
O trânsito nem precisa falar porque é a esculhambação de sempre. É uma barbárie. Estacionamento em cima das calçadas. O povo manda tirar o cavalete e passa onde o trânsito está interrompido. Se for moto, nem isso. Descaradamente sobem as calçadas. Aliás, as motos são um caso à parte. Moro numa cidade onde o trânsito é um inferno mas nem lá as motos fazem as piruetas que fazem em Ipaumirim. De repente, eu fico pensando se, por aqui, carteira para dirigir moto é tirada por sorteio. Não precisa aprender nada. Falta competência, fiscalização ou educação para que as coisas cheguem ao ponto que chegaram? O desvario no trânsito expõe a todos inclusive os próprios condutores. Idosos e crianças vivem constantemente expostos aos riscos.
Nem preciso dizer que a cidade não tem condições de hospedagem e alimentação. Todo mundo que vai e não tem amigos e/ou parentes por lá, já sabe que vai para uma prova de resistência.
Y se eso fuera poco, a cidade não tinha água. Aliás, há bastante tempo está sem água. Mas a Cagece continua firme e forte cobrando a sua continha mensal. Quem conseguia água, era de poço, cacimbão, sei lá o que. A qualidade da água ninguém sabe porque na hora do sufoco, tem que ter água mesmo e pronto. Não excluo a possibilidade de que o surto de diarréia e vômito que deu na cidade pode estar relacionado com a qualidade da água. Lá em casa, uma dúzia de pessoas adoeceram inclusive eu.
Voltando ao informativo municipal do ano passado, eu não vi as seguintes obras que foram nele anunciadas :
- Construção de uma creche modelo padrão FNDE/PROINFÂNCIA
- Construção do Centro do Idoso
- Construção da Praça da Juventude
- Construção do Mini estádio municipal
- Construção da quadra poliesportiva.
Estou falando do que eu vi e/ou li em documento produzido por assessoria de imprensa para o Governo Municipal. Não vou falar do ouvi dizer porque dependendo da pessoa com quem você conversa, a informação muda. Sei que alguns sítios estão com água encanada mas não sei a extensão das obras.
As pontes em construção não são obras do governo municipal e portanto se elas não andam no ritmo certo não é culpa apenas do prefeito mas de toda a comunidade que não se mobiliza para fazer as coisas acontecerem.
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