Gente de Ipaumirim. Vida de Ipaumirim. Tempos de Ipaumirim. Alagoinha... Ipaumirim...... memória..... raízes... atualidades....... por novos tempos..... novos olhares...... espaço aberto a todos......
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Uma boa notícia…

Fonte: http://bomba-inteligente.blogs.sapo.pt/
Vale visitar
Nádegas a declarar!
http://nadegasdeclarada.blogspot.com/
Muito legal o blog de Junior Alcãntara.
Vida leve

Pelo menos uma vez por semana tem que rolar aquela faxina básica: na bolsa, na carteira, no armário do banheiro, até mesmo no carro… Não dá pra ficar com de papel do cartão de débito, panfletos que a gente recebe na rua, maquiagem e todo o resto espalhados…
Adoro fazer essas arrumações. Parece que a faxina física ajuda a faxina mental e tudo passa a fluir melhor, com leveza.
A Bonafont, com o mote de vida mais leve, criou uma tab interativa que ajuda nessa organização. A cada semana, você encontra uma sugestão nova do que eliminar. Dá até para sugerir o desafio da próxima semana.
Vamos experimentar?
Visitem o site > http://www.euqueroeliminar.com.br
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Fonte: http://donttouchmymoleskine.com/terça-feira, 25 de outubro de 2011
Vi no Icó é notícia
Municípios de até 50 mil habitantes devem fazer curso EAD/PLHIS. Na região, Baixio, Lavras, Ipaumirim e Umari
Encontram-se abertas as inscrições para o Curso de Ensino a Distância do Plano Local de Habitação de Interesse Social Simplificado [EAD/PLHIS], direcionado a Municípios com menos de 50 mil habitantes e prevê capacitar gestores para a elaboração do projeto.O presidente da Confederação Nacional de Municípios [CNM], Paulo Ziulkoski, alerta aos gestores municipais para que sejam efetivas as inscrições. A preocupação está no fato de o PLHIS ser requisito básico para o acesso aos recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social [FNHIS], a partir do dia 31 de dezembro.
PRAZO - A CNM e Secretaria Nacional de Habitação do Ministério das Cidades (MCidades) convocam os Municípios – com esta faixa populacional – para se inscreverem no curso até o dia 6 de novembro. Na região, estão inclusos os municípios de Baixio, Lavras da Mangabeira, Ipaumirim e Umari, com oito vagas no total.


Das guerras do ópio às guerras do petróleo
"A morte de Kadafi é uma virada histórica", proclamam em coro os dirigentes da Otan e do Ocidente, sem se incomodarem sequer em guardar distâncias em relação ao bárbaro assassinato do líder líbio e das mentiras desavergonhadas que proferiram os chefes dos "rebeldes". Sim, efetivamente trata-se de uma virada. Mas para entender o significado da guerra contra a Líbia no âmbito do colonialismo é preciso partir de longe...Por Domenico Losurdo, em seu blog*
Quando em 1840 os navios de guerra ingleses surgem diante das costas e das cidades chinesas, os agressores dispõem de um poder de fogo de milhares de canhões e podem semear destruição e morte em grande escala sem temer a artilharia inimiga, cujo alcance é muito reduzido. É o triunfo da política dos canhões: o grande país asiático e sua civilização milenar são obrigados a render-se e começa o que a historiografia chinesa denomina acertadamente como "o século das humilhações", que termina em 1949 com a chegada ao poder do Partido Comunista e de Mao Tsé-Tung.
Nos nossos dias, a chamada Revolution in Military Affairs (RMA) criou em muitos países do Terceiro Mundo uma situação parecida com a que a China enfrentou no seu tempo. Durante a guerra contra a Líbia de Kadafi, a Otan pôde consumar tranquilamente milhares de bombardeamentos e não só não sofreu baixas como sequer correu o risco de sofrê-las. Neste sentido a força militar da Otan, mais do que um exército tradicional, parece-se a um pelotão de execução. Assim, a execução final de Kadafi, mais do que um fato causal ou acidental, revela o sentido profundo da operação em conjunto.
É algo palpável: a renovada desproporção tecnológica e militar reaviva as ambições e as tentações colonialistas de um Ocidente que, a julgar pela exaltada autoconsciência e falsa consciência que continua a ostentar, nega-se a liquidar contas com a sua história. E não se trata só de aviões, navios de guerra e satélites. Ainda é mais clara a vantagem com que Washington e seus aliados podem contar em capacidade de bombardeamento midiático. Também nisto a "intervenção humanitária" contra a Líbia é um exemplo de manual: a guerra civil (desencadeada, entre outras coisas, graças ao trabalho prolongado de agentes e unidades militares ocidentais e no decorrer da qual os chamados "rebeldes" podiam dispor desde o princípio até de aviões) apresentou-se como uma matança perpetrada pelo poder contra uma população civil indefesa. Em contrapartida, os bombardeios da Otan, que até o fim assolaram a Sirte assediada, faminta, sem água nem medicamentos, foram apresentados como operações humanitárias a favor da população civil da Líbia!
Hoje em dia este trabalho de manipulação, além de contar com os meios de comunicação tradicionais de informação e desinformação, vale-se de uma revolução tecnológica que completa a Revolution in Military Affairs. Como expliquei em intervenções e artigos anteriores, são autores e órgãos de imprensa ocidentais próximos ao Departamento de Estado os que celebram que o arsenal dos EUA se enriqueceu com novos e formidáveis instrumentos de guerra. São jornais ocidentais e de comprovada fé ocidental que contam, sem nenhum sentido crítico, que no decorrer das "guerras internet" a manipulação e a mentira, assim como a instigação à violência de minorias étnicas e religiosas, também mediante a manipulação e a mentira, estão na ordem do dia. É o que está acontecendo na Síria contra um grupo dirigente mais acossado do que nunca por haver resistido às pressões e intimidações ocidentais e se ter negado a capitular diante de Israel e a trair a resistência palestina.
Mas voltemos à primeira guerra do ópio, que termina em 1842 com o Tratado de Nanjing. É o primeiro dos "tratados desiguais", ou seja, imposto com os canhões. No ano seguinte chega a vez dos Estados Unidos. Também envia canhões para arrancar o mesmo resultado que a Grã-Bretanha e inclusive algo mais. O tratado de Wahghia (nas proximidades de Macau) de 1843 sanciona o privilégio da extraterritorialidade para os cidadãos estadunidenses residentes na China: mesmo que cometam delitos comuns, subtraem-se à jurisdição chinesa. O privilégio da extraterritorialidade, evidentemente, não é recíproco, não vale para os cidadãos chineses residentes nos Estados Unidos. Uma coisa são os povos colonizados e outra muito diferente a raça dos senhores. Nos anos e décadas posteriores, o privilégio da extraterritorialidade amplia-se aos chineses que "dissidem" da religião e da cultura do seu país e convertem-se ao cristianismo (com o que teoricamente passam a ser cidadãos honorários da república estadunidense e do Ocidente em geral).
Também nos nossos dias o duplo critério da legalidade e da jurisdição é um elemento essencial do colonialismo: os "dissidentes", ou seja, os que se convertem à religião dos direitos humanos tal como é proclamada de Washington a Bruxelas, os Quisling [traidores à pátria] potenciais a serviço dos agressores, são contemplados com o prêmio Nobel e outros prêmios parecidos depois de o Ocidente ter desencadeado uma campanha desaforada para subtrair os premiados à jurisdição do seu país de residência, campanha reforçada com embargos e ameaça de embargo e de "intervenção humanitária".
O duplo critério da legalidade e da jurisdição alcança suas cotas mais altas com a intervenção do Tribunal Penal Internacional (TPI). Os cidadãos estadunidenses e os soldados e mercenários de faixas e estrelas espalhados por todo o mundo ficam e devem ficar fora da sua jurisdição. Recentemente, a imprensa internacional revelou que os Estados Unidos estão dispostos a vetar a admissão da Palestina na ONU, entre outras coisas, para impedir que a Palestina possa denunciar Israel perante o TPI: seja como for, na prática quando não na teoria, deve ficar claro para todo o mundo que só os povos colonizados podem ser processados e condenados. A sequência temporal é em si mesma eloquente. 1999: apesar de não haver obtido autorização da ONU, a Otan começa a bombardear a Iugoslávia; pouco depois, sem perda de tempo, o TPI trata de incriminar não os agressores e responsáveis da ruptura da ordem jurídica internacional estabelecida após a II Guerra Mundial e sim [Slobodan] Milosevic. 2011: violentando o mandato da ONU, longe de se preocupar com o destino dos civis, a Otan recorre a todos os meios para impor a mudança de regime e ganhar o controle da Líbia. Seguindo uma pauta já ensaiada, o TPI trata de incriminar Kadafi. O chamado Tribunal Penal Internacional é uma espécie de apêndice judicial do pelotão de execução da Otan. Poder-se-ia dizer, inclusive, que os magistrados de Haia são como padres que, sem perder tempo a consolar a vítima, esmeram-se diretamente em legitimar e consagrar o algoz.
Uma última observação. Com a guerra contra a Líbia, perfilou-se numa nova divisão do trabalho no âmbito do imperialismo. As grandes potências coloniais tradicionais, como a Inglaterra e a França, valendo-se do decisivo apoio político e militar de Washington, centram-se no Oriente Médio e na África, ao passo que os Estados Unidos deslocam cada vez mais seu dispositivo militar para a Ásia. E assim voltamos à China. Depois de haver deixado para trás o século de humilhações que começou com as guerras do ópio, os dirigentes comunistas sabem que seria insensato e criminoso faltar pela segunda vez ao encontro com a revolução tecnológica e militar: enquanto liberta centenas de milhões de chineses da miséria e da fome a que os havia condenado o colonialismo, o poderoso desenvolvimento econômico do grande país asiático é também uma medida de defesa contra a agressividade permanente do imperialismo. Aqueles que, inclusive na "esquerda", se põem a reboque de Washington e Bruxelas na tarefa de difamação sistemática dos dirigentes chineses. demonstram que não se preocupam nem com a melhoria das condições de vida das massas populares nem com a causa da paz e da democracia nas relações internacionais.
Fonte: http://blogln.ning.com/profiles/blogs/
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Cine Ipaumirim: Ninguém suporta a Glória
NINGUÉM SUPORTA A GLÓRIA
Categorias: Curta-metragem / Sonoro / Não ficção
Material original: 35mm, COR, 9min20seg, 246m, 24q
Data e local de produção
Ano: 2004
País: BR
Estado: RJ
Sinopse
"Uma passagem pela obra e vida da atriz Darlene Glória sob o ponto de vista de um jovem cineasta". (VCV/11)
Gênero: Documentário
Produção
Companhia(s) produtora(s): Riovideo
Direção de produção: Quadros, Tais
Produção executiva: Lírio, Adriano
Argumento/roteiro
Roteiro: Lírio, Adriano
Direção
Direção: Lírio, Adriano; Rueedi, Luzius
Fotografia
Direção de fotografia: Regaleira, Fabio
Som
Direção de som: Vieira, Alan
Trilha sonora: Paiva, Rui
Montagem
Montagem: Lírio, Adriano
Montagem de som: Rachid, Rafael
Identidades/elenco:
Glória, Darlene
Nowmann, Rebeca
Fonte: http://cinemateca.gov.br/
As contradições do desenvolvimento: assim caminha IP
Fonte da imagem: FB de José RibeiroLembrei-me do Sugismundo, na década de 70, "Cidade limpa, povo civilizado".
domingo, 23 de outubro de 2011
Som do domingo
Parabéns, Icó
VII Encontro Estadual de Jornalistas, Radialistas e Blogueiros do Ceará conta com boa presença em Icó

Contando com personalidades do meio da Comunicação, autoridades e políticos de Icó, região e Ceará, além da população icoense, que prestigiou o evento, o VII Encontro Estadual de Jornalistas, Radialistas e Blogueiros do Ceará foi realizado neste sábado [22], no auditório do Centro Social Urbano [CSU].
PRESENTES - O Encontro [foto], que contou com a Banda de Música Maestro Gonçalo Farias dos Santos e o Coral da AABB "Eutímia Maciel Moreira", registrou com a presença do prefeito municipal de Icó, Marcos Nunes [PMDB]; deputado estadual Neto Nunes [PMDB]; deputado federal Domingos Neto [PMDB]; e o vice-governador Domingos Filho [PMDB].
COMENDAS DISTRIBUÍDAS - Este espaço eletrônico foi agraciado com a Comenda Jornalista Dutra de Oliveira, entregue a algumas personalidades dos meios político e jornalístico. Na oportunidade, o colaborador deste trabalho online, professor Edilson Fernandes, se fez presente para receber a homenagem, que pertence a todos que fazem, leem e apoiam.
Além do IN, foram agraciados a Rádio Papagaio FM, Blog do jornalista Voltaire Xavier, Blog do advogado Fabrício Moreira, jornalista Laura Raquel [editora de política do jornal O Estado], jornalistas Eliomar de Lima e Macário Batista, dentre outros. No meio político, a comenda foi entregue aos ex-prefeitos Oriel Nunes e Cardoso Mota, presentes no evento.
* Com informações do blog do jornalista Voltaire Xavier e do Blog do Eliomar e imagem do Blog do Eliomar
Vi no Icó é notícia.
Padre Vieira – OS LADRÕES
Os ladrões de que falo não são aqueles miseráveis, a quem a pobreza condenou a levar este tipo de vida(...) O ladrão que rouba para comer não vai e nem leva ninguém para o inferno. Os que vão e levam para o inferno são os ladrões da mais alta esfera, isto é, aqueles que ocupam altos cargos para os quais são nomeados pelo rei.
(...) Não são ladrões apenas os que roubam bolsas, ou se escondem nas margens dos rios para roubar as roupas das pessoas que vão tomar banho. Os que mais merecem ser chamados de ladrões são aqueles a quem os reis confiam a chefia dos exércitos, ou o governo de uma província, ou administração de uma cidade. São estes que, usando a força e a manha, roubam e despojam os povos.
Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades, e reinos; outros arriscam a vida para roubar, estes roubam sem temor; os outros, se roubam, são enforcados, estes roubam e enforcam os outros.
Adaptação do Historiador Francisco de Assis Silva 1982
Fonte: http://blogln.ning.com/profiles/blogs/padre-vieira-os-ladr-esUm mundo de ostentação e egoísmo: 39% da riqueza nas mãos de 0,4% da população
Fortuna dos milionários, que são menos de 1% da população, cresceu duas vezes a riqueza do mundo; em 2010, mais ricos detinham 35% do total.
Os milionários e bilionários passaram a controlar 38,5% da riqueza mundial, de acordo com o Relatório da Riqueza Global, publicado pelo banco Credit Suisse. A fortuna das 29,7 milhões de pessoas que têm mais de US$ 1 milhão (R$ 1,77 milhão) - menos de 1% da população mundial - alcançou US$ 89 trilhões (R$ 157,5 trilhões) ou US$ 20 trilhões a mais do que no ano passado. Em 2010, os milionários eram donos de 35,6% da riqueza mundial.
A fortuna dos milionários cresceu 29% - percentual duas vezes maior do que a riqueza do mundo como um todo, que agora soma US$ 231 trilhões (R$ 409 trilhões). Existem hoje 84.700 pessoas que têm mais de US$ 50 milhões, sendo que 35.400 moram nos EUA. Há 29 mil pessoas com mais de US$ 100 milhões e apenas 2.700 com mais de US$ 500 milhões.
A Europa ultrapassou a América do Norte e é lar de 37,2% dos milionários do mundo em comparação aos 37% do continente americano. O Japão concentra 3,1 milhão de milionários (11% do total), seguido por China e Austrália, cada um com 1 milhão. Em termos de países, Suíça, Austrália e Noruega são as três nações mais ricas do mundo; na Ásia, tem-se também Cingapura.
Nos próximos cinco anos, a riqueza mundial deverá aumentar em 50% a US$ 345 trilhões. Os mercados emergentes devem ter mais milionários nos próximos anos. A China já conta com um milhão de milionários. A riqueza na Índia e no Brasil devem mais do que dobrar.
Fonte: http://palavras-diversas.blogspot.com/2011/10/um-mundo-de-ostentacao-e-egoismo-39-da.html
Doutor Arruda

Por Cairo Arruda
(membro da ACI)
Há exatamente 39 anos, morria em Fortaleza, aos 62 anos, vitima de distúrbios cardiovasculares, o Dr. Francisco Vasconcelos de Arruda, conhecido na Região do sertão do alto salgado, como Dr. Arruda. Morreu pobre, como se esperava, dado o seu espírito generoso, desprendido e de servir sem olhar a quem.
Como líder estudantil que foi, nas décadas de 30, 40 e 50, presidente do Centro Estudantal Cearense por duas vezes, um dos fundadores da Casa do Estudante Pobre do Ceará (vendeu apólices da Seguradora Sul América, para empregar na 1ª etapa da construção daquele estabelecimento), apoiou corajosa e destemidamente todos os movimentos em prol da classe estudantil cearense, inclusive, o direito ao abatimento de 50% em passagens de ônibus, casas de diversão, estádios de futebol, etc, e as célebres greves da categoria, tendo sido criada em sua gestão à frente do CEC, a polícia estudantil, para que o estudante, em caso de irregularidade pública, não fosse detido pela polícia militar. Era um representante da classe, respeitado até pelos poderes públicos daqueles tempos, inclusive, governadores e chefes de polícia.
Pode-se dizer sem medo de errar, que ele, pelo apoio e realizações em favor dos estudantes, ficou conhecido nacionalmente.
Deu a sua vida por Ipaumirim – terra que considerava seu berço, de coração e, apesar dos pesares...nunca a deixou de amar fiel e sinceramente.
Os seus feitos a bem dela, não é necessário citar, pois já é do conhecimento de quantos não têm interesse em omiti-los por qualquer motivo, e por saberem que são muitos e importantes, e ainda, por terem contribuído eficazmente para o que Ipaumirim é hoje, em matéria de educação , saúde, comércio, religiosidade, etc.
Lamentavelmente, muitos daqueles que o conheceram de perto e sabiam do seu ideal e verdadeiros propósitos em relação ao futuro desse Município, encontram-se noutra dimensão. Porém, a verdadeira história é infalível e, por mais que se queira omitir ou deturpar os fatos, eles vêm à tona, mais cedo ou mais tarde, e a posteridade, as futuras gerações, que dificilmente têm interesses contrariados, vão fazer justiça a quem realmente a merece.
Basta que se cite o por demais conhecido exemplo do mineiro Joaquim José da Silva Xavier, o saudoso e herói Tiradentes...
Como sobrinho, e um dos beneficiados por ele, quando estudante carente em Fortaleza, sou-lhe grato pelo que recebi de ajuda, e honra-me dele poder falar, sem antes reconhecer, que defeitos ele tinha, mas, suas qualidades e virtudes, como cidadão comum e como homem público, superava-os e encorajavam-no, principalmente, quando estavam em jogo os interesses maiores da comunidade ipaumirinense.
Que ele descanse em paz, onde quer que se encontre!
E-mail: cairomiri@yahoo.com.br
Sei que tenho nos meu pc uma foto de Dr. Arruda ainda jovem. Desde ontem, procuro na desarrumação dos meus arquivos e não consigo localizar. Ipaumirim muito deve ao Dr. Arruda principalmente no quesito educação. Além do trabalho em prol da cidade, Arruda ajudou definitivamente para a graduação de muita gente de Ip que de lá saiu para estudar em Fortaleza nos anos 60 do século passado. É provável que poucos dos que desfrutaram do seu esforço lembrem do que passou. Como diz Hartley, "o passado é um país estrangeiro". Muita gente esquece que passou por lá ou vive como se nunca tivesse passado por ele.
A gratidão é um sentimento nobre e, com certeza, Arruda bem o merece quando se fala de Ip.
ML


